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Bao, guabao, ban, bun, steamed bun. As grafias são variadas, mas designam um mesmo item: os fofos pãezinhos assados no vapor.

Os sanduíches, muito comuns na Ásia, especialmente em Taiwan, ganharam espaço nas mesas e balcões ocidentais depois que o chef americano David Chang incluiu uma receita no menu de seu Momofuku —o restaurante nova-iorquino que também ajudou a impulsionar a febre do lamen.

Na receita de Chang, os pãezinhos de sabor neutro ganhavam recheio de barriga de porco, molho agridoce, pepino e cebolinha. A carne suína é, aliás, o mais clássico recheio para os baos —por isso, é comum encontrar variações sob o nome de pork bun por aí.

Em São Paulo, como não poderia deixar de ser, eles também têm conquistado cada vez mais espaço. Facilmente encontrados em menus de casas chinesas e izakayas, os sanduíches também aparecem em cardápios de restaurantes tão variados quanto A Casa do Porco e Bistrô Charlô.

A novidade mais recente, que deve ajudar a popularizar o bao na cidade, foi a inauguração da lanchonete Bao Bao Baby, em Pinheiros. Nela, o chef Paulo Yoller (Meats) combina influências e entrega sanduíches no pãozinho chinês com recheios como barriga de porco e vinagrete de couve, inspirado na culinária mineira.